Blood Taste

RPG True Blood
 
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Trama
Já se imaginou em uma sociedade onde vampiros e humanos vivem juntos? Ou então, onde fadas e demônios compartilham o mesmo espaço? Bruxos, lobisomens, e muitos outros seres místicos... Mais sedutores e mortais do que nunca. Venha deliciar-se dessa trama repleta de mistério e sedução na pequena cidade de Bon Temps. Mas, não garantimos que vá querer ir embora. .
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 [FP] Amily Ann Blaswen

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Amily Ann Blaswen
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MensagemAssunto: [FP] Amily Ann Blaswen   Seg Jul 23, 2012 6:23 pm

Nome: Amily Ann Blaswen, Amy para os íntimos.
Você tem outros personagens: Nenhum.
O nome do personagem: -
O que você está solicitando híbrido: 1/2 Fada 1/2 Humana (p.s.: o usuário Anjana Bittencourt me pediu para avisar se seria possível alterar seu estado híbrido de 1/2 Fada 1/2 Humana para 1/4 Fada 3/4 Humano.)
Por favor, explique por que você está solicitando este híbrido:
Eu não me lembro dos meus pais. Desde que me entendo por gente, eu sempre acordava deitada numa cama de lençóis cinza ao lado de mais dez garotas. O quarto era composto por doze camas, todas ocupadas por garotas tristes com tranças nos cabelos. O orfanato do Brooklin era quase uma cadeia... Não podíamos sair, nem assistir TV. O uniforme era cinza, assim como quase tudo, até a comida.
Apesar de toda a supervisão das irmãs, eu era sempre alvo de piadas. Era eu quem ficava sem brinquedos, era sempre isolada das outras crianças e tudo pelo fato de que... eu realmente era esquisita. Eu não conhecia bem o termo “esquisito”, eu não sabia diferenciar com precisão o normal do diferente. Mas, para todos os efeitos, eu era a menina louca. A menina que adivinhava os pensamentos alheios, que desvendava as mentes sujas da maioria dos pais que visitavam o orfanato nos finais de semana, a menina que sabia que a maioria das irmãs pecava constantemente, a menina que tinha as orelhas levemente pontudas. Era torturante ficar num local cheio de pessoas pensando coisas estranhas e repulsivas, eu não conseguia controlar e sempre acabava escutando coisas que não devia. Então, eu passei a comer sozinha, a fazer a tarefa escolar sozinha, a limpar os banheiros sozinha... E foi assim, dos meus primeiros anos de vida, até os dezesseis.
Era uma manhã gelada de quinta-feira. As garotas mais velhas receberam a função de limpar o sótão enquanto os meninos limpavam o restante do orfanato. As crianças menores ficaram encarregadas de retirar a neve do jardim.
Subi as escadas com um balde cheio de água e o esfregão. O sótão era escuro haviam muitas caixas lacradas encostadas nos cantos empoeirados. Coloquei o balde no chão e molhei o esfregão, deslizando-o pela madeira suja do local. Jennifer e Lily entraram em seguida com panos e materiais de limpeza.

“Será que essa louca consegue fazer uma magia pra limpar tudo de uma vez?” Jennifer riu baixo com seu pensamento e olhou-me com desprezo.

Eu não faço magias Jen. – Respondi sem desviar a atenção do esfregão que deslizava pelo chão. Senti a mudança no ar, Lily deixou caiu a lata de cera e abaixou-se rapidamente para pegar. Ela era a única que não zombava de mim, nem por palavras ditas, nem por palavras pensadas. Jennifer começou com seus xingamentos mentais, obrigando-me a bloquear suas ofensas. Aos poucos, as palavras sujas transformaram-se num zumbido baixo que não era tão irritante quanto à voz dela. Enquanto limpava o chão, por um descuido, esbarrei nas caixas empilhadas, que balançaram e foram ao chão. A fita adesiva que lacrava suas tampas se soltou, espalhando papeis para todo lado. Abaixei-me rapidamente, recolhendo as folhas e pastas caídas, colocando-as de volta na caixa. Lily abaixou-se para me ajudar.

Obrigada. – Sussurrei para ela, enfiando o mais rápido que podia os papeis de volta na caixa. Se fôssemos pegas, seriamos severamente castigadas. No meu caso, todos sabiam que frutas cítricas me faziam muito mal. Se fosse castigada, provavelmente teria de tomar um copo de limonada ou de suco de laranja. Parei, observando uma pasta amarelada pelo tempo. “Caso Blaswen, Setembro de 1992 (Louisiana) – Arquivado”. Abri lentamente a pasta, fitando os recortes de jornais e as manchetes “Casal é misteriosamente morto”, “Anthony O’Connor Blaswen é encontrado morto ao lado da esposa Vivian Blaswen em seu apartamento”. Pisquei várias vezes, fechando a pasta. Enfiei-a debaixo da blusa de lã que estava vestindo e levantei-me, correndo para fora do sótão. Tranquei-me numa cabine do banheiro feminino e sentei-me sobre a tampa abaixada do vaso. “A filha de dois meses do casal foi entregue à Grace Mason, irmã de Vivian. Há indícios que foi um assassinato motivado por desavenças econômicas. Ainda não há suspeitos.” Não consegui terminar de ler. Meus pais estavam realmente mortos. Brutalmente assassinados... E tia Grace? Por que me enfiou num orfanato?
Sequei as lágrimas com a manga da blusa, guardando a pasta novamente junto ao corpo, escondida pela lã da blusa. Sai do banheiro correndo, esquivando-me de olhares, tentando não ser vista por alguma das irmãs. Entrei no quarto onde dormia com as outras garotas e levantei o colchão de minha cama, pegando a carta que havia sido deixada comigo quando fui largada no orfanato. Não havia assinatura, nem nada parecido. Juntei todas as peças de roupas que possuía numa mochila preta. Retirei o uniforme do orfanato e vesti calça jeans, botas e uma grossa jaqueta que me protegeria do frio. Eu estava decidida a encontrar Grace Mason e usar meu dom de ler pensamentos para achar o assassino dos meus pais. Abri com cuidado a janela do quarto, pulando-a. Cai de joelhos na neve e contornei o orfanato. Tantas vezes eu poderia ter fugido... Mas, agora havia um motivo para tentar. Meu destino, Louisiana.

As irmãs do orfanato não fizeram muito alarde de meu desaparecimento. Talvez, estivessem mais felizes com uma peste a menos para cuidar. Enquanto era menor de idade, consegui me afastar de Nova York recebendo caronas. Ganhava algum dinheiro cortando a grama de alguma família sem tempo e sem filhos. Comia muito pouco e dormia em locais escondidos. Ao completar dezessete, consegui um emprego de garçonete numa lanchonete na Virgínia. Juntei o dinheiro e consegui tirar a carteira de motorista. Um ano depois, já com dezoito, retornei aos estudos e me formei numa escola pública do Tennessee. Com vinte anos comprei um carro, um Camaro 1970, usado, mas que eu adorava e finalmente peguei estrada para Louisiana. Em Bastrop, pedi informações na delegacia sobre o caso Blaswen de 1992 e me informaram que ambas as vítimas eram de Bon Temps.

“Não procure problemas garota.” O xerife pensou, olhando-me preocupado.
“Eu sou o problema...” Sorri torto, pensando de volta comigo mesma. – Agradeço pela informação Xerife Dawnson. Até mais. – Agradeci, colocando os óculos escuros. Agora, eu tinha que descobrir duas coisas: quem era o assassino dos meus pais e... quem eu era. Ou melhor, o que eu era.

P.S.: Eu não sei se o modelo de ficha está correto, qualquer coisa eu refaço.
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Eric Northman
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MensagemAssunto: Re: [FP] Amily Ann Blaswen   Sab Jul 28, 2012 2:01 pm

Aprovado!

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Eric Northman

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