Blood Taste

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Trama
Já se imaginou em uma sociedade onde vampiros e humanos vivem juntos? Ou então, onde fadas e demônios compartilham o mesmo espaço? Bruxos, lobisomens, e muitos outros seres místicos... Mais sedutores e mortais do que nunca. Venha deliciar-se dessa trama repleta de mistério e sedução na pequena cidade de Bon Temps. Mas, não garantimos que vá querer ir embora. .
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 [FP] Louise M. Salvatore

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Louise M. Salvatore
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Idade : 21

Perfil Sobrenatural
Poderes e Habilidades:
Level: 1
Armas e Objetos:

MensagemAssunto: [FP] Louise M. Salvatore   Dom Jul 29, 2012 7:56 pm

I can be....


~Sobre o Jogador

Nome ou Apelido: Gabi
Idade: 12 aninhos
Estado: PB
Como conheceu o RPG? Por uma MP que recebi no Expresso Hogwarts
Tem outros Personagens aqui? Yep. Alison McQueen
A quanto tempo joga RPG?Eu jogo há 7 meses
Contato: Hannahastingsrpg@hotmail.com

~Sobre o Personagem

Nome do Personagem: Louise Montgomery Salvatore
Idade: 16
Idade Aparente: 16
Data de Nascimento: 14/12/1994
Local de Nascimento: Londres
Raça: Vampiro

~Aparência

Cor dos olhos: Verdes
Cabelo: Castanho, um pouco abaixo da altura do ombro e ondulado.
Altura: 1, 64
Complemento: Uma pequena tatuagem de um laço na nuca.
PhotoPlayer: Lucy Hale

~Personalidade

Se as pessoas que me conhecem me julgariam em uma palavra, ela seria: Bipolar. Eu posso ser a pessoa mais meiga do mundo, não ficar nem um pouco irritada com nada, ser sempre calma. Também posso ser a pessoa mais sentimental de todas, chorar o tempo todo, por qualquer coisinha besta que seja. Ou eu posso ficar irritada a ponto causar a terceira guerra mundial. Muitas pessoas se afastam de mim por causa dessa minha mudança de humores. Normalmente, quando não estou em efeito da minha bipolaridade, eu sou uma pessoa muito independente e um pouco arrogante. Acho que a minha independência faz de mim uma pessoa arrogante, achar que os outros são inúteis e que não preciso deles. Mas no fundo, eu sei que eu dependo das pessoas, que eu não consigo fazer tudo sozinha, por mais que tente.

Três pontos fortes:
* Independência
* Criatividade
* Lógica


Três pontos fracos:
* Bipolaridade
* Arrogância
* Teimosia


~História da minha vida
Se você acha que a vida é um conto de fadas, em que você sempre acaba com o seu príncipe encantado e com o seu 'Final feliz', você esta errado. Por mais duro que seja, as coisas não são sempre do jeito que nós queremos. Eu percebi isso quando estava ajoelhada do lado do corpo do meu irmão mais velho, chorando. Meu irmão morreu quando eu tinha 14 anos, a causa? Vampiros. A polícia encobriu o assassinato dele, mas depois de um tempos eu acabei descobrindo a verdade. Eu não acreditava que eles existiam até isso acontecer. Meus pais seguiram em frente, mas eu não conseguia. Eu e o meu irmão, eramos diferentes dos outros. A gente nunca brigava, eramos sempre unidos e sempre contávamos um com o outro para tudo. Perder ele foi como perder um pedaço de mim. Eu mudei completamente, parei de me dedicar aos estudos e comecei a beber, até ficar totalmente bêbada e os polícias me baterem na minha casa dizendo que me acharam bêbada no meio da rua. Minha mãe, que era uma médica, sabia o quanto isso era ruim para mim e decidiu que eu devia consultar uma clínica de retratamento. Quando eu parei de beber, convenci ela que eu deveria parar de ir nessa clínica. Ela concordou, pois eu já tinha feito algum progresso. Continuei indo mal nas aulas, mas sempre prometia que ia melhorar, uma promessa em vão que eu nunca cumpria.

~História de como fui transformada
Eu tinha que correr, correr o mais rápido que eu pudesse. Do que eu estava correndo? Eu não sei. Mas algo me dizia que eu tinha que correr. Minha respiração estava ficava ofegante. Olhava para todas as direções, desesperada, tentando ver um lugar para correr, mas eu só via mato. Comecei a correr mais devagar devido ao cansaço. Podia sentir os ganhos e folhas de árvores mais baixas batendo no meu rosto, estava doendo, mas eu não podia parar, eu não conseguia parar. Estava correndo bem rápido, então não conseguia ver muito bem para onde eu esta indo, por isso acabei tropeçando em um galho solto. Machuquei meu joelho que começou a sangrar e a arder. Tentei suportar a dor e me levantar para continuar a correr, mas meu pé continuava preso naquele maldito galho. Tentei soltar o mais rápido que pudesse, mas foi uma tentativa em vão. Mas no meio de tudo aquilo, ouvi uma voz familiar, uma voz vinda do além -Srta. Salvatore! -A voz estava brava e continha um tom autorial, como se estivesse zangada por não fazer o que mandavam. Fechei meus olhos e tampei os ouvidos com a mão, como eu queria que tudo aquilo acabasse. Eu estava confusa, o que estava acontecendo? Aonde eu estava? Balancei minha cabeça com esperanças que tudo aquilo acabasse. Mais uma voz surgiu do além, mas dessa vez a voz era feminina e mais uma vez, familiar- Lou -Eu estava ficando sem forças, eu estava cansada, meu joelho ardia muito. Aquilo precisava acabar, eu precisava saber o que estava acontecendo -LOUISE!- Gritou a voz do além que fez com que eu abrisse meus olhos.
Eu estava em uma sala de aula, com vários alunos e no centro um professor acima do peso, com um bigode careta e falta de cabelo, olhando diretamente nos meus olhos, me lançando um olhar de censura. Atrás dele, havia um quadro explicando a Segunda Guerra Mundial. Olhei para os outros alunos, alguns estavam rindo de mim e outros ficavam me olhando com pena. Eu odiava quando me olhavam com pena, eu acho que isso era pior do que ficarem rindo de mim. Mas agora tudo fazia sentido, eu havia dormido durante a aula de história, bom, o que eu podia fazer? O professor tinha uma voz entediante. Depois de levar um sermão na frente de todos os alunos, fui mandada para casa, eu fui suspensa. Eu já esperava isso, eu nunca fui muito de obedecer as regras, para mim, regras são feitas para serem quebradas. Mas pelo jeito as outras pessoas não pensam assim.
Cheguei em casa já ciente de que a escola teria ligado para minha mãe e contado tudo o que havia acontecido, eu levaria mais um sermão e diria que... uma semana sem sair de casa. Nada demais, sempre saia escondido. Já estava escuro lá fora, minha mae sairia daqui a pouco para trabalhar. Fui direto para a sala, me sentei no sofá e joguei os pés em cima da pequena mesinha que havia entre o sofá e a televisão. Liguei a televisão e fiquei assistindo um programa qualquer, eu só precisava de alguma coisa que me distraísse. Olhei para o lado e levei um susto ao ver que a minha mãe estava parada em pé, me fitando com um olhar de censura, de braços cruzados e balançando a cabeça negativamente. Eu apenais dei de ombros e voltei a atenção para a televisão. A coisa ficou pessoal quando ela tirou o controle da minha mão e desligou a TV. Olhei para ela indignada, quando eu ia abrir a boca para falar, ela se apressou primeiro e falou- O que você pensa que esta fazendo?-Eu revirei os olhos, não era obvio? -Bom, eu estava assistindo televisão -Ergui as sobrancelhas e disse em um tom mais alto- Até alguém me atrapa... -Ela lançou um olhar que fez com que eu me calasse, falar mais só iria piorar as coisas. Pelo menos ela foi direto ao ponto- Seu diretor me ligou hoje, soube que foi suspensa. Com essa suspensão suas notas vão baixar muito- Ela percebeu que eu não estava ligando muito, mas mesmo assim continuou- E você pode até repetir de ano- Eu continuei não ligando, mas me lembrei o que aconteceria se eu repetisse de ano, eu não poderia mais participar do Festival do Rock que eu queria muito ir -O que? Eu não posso repetir de ano, me diz que você ach...- Eu estava desesperada falando isso, quase gritando. Eu fui interrompida pela minha mãe que logo começou a falar em um tom autorial -Bom, eu falei com ele se tinha alguma solução- Ela parou de falar, odiava quando ela dava essas pausas de suspense- E....?- Agora eu estava gritando, eu estava ansiosa sobre isso. Ela continuou muito calmamente -Ele estava sem ideias, então eu sugeri que você me acompanhasse no plantão que eu tenho hoje, para ver como as coisas não são fáceis. E bom... ele aceitou -Eu estava feliz por poder te chance de passar de ano, mas com raiva, porque teria que acompanhar minha mãe em um plantão de médica estúpido. Mas concordei. Subi para o meu quarto e me arrumei bem rápido para poder ir no plantão.
Chegamos em um hospital, ele era grande e estava com muitas poucas pessoas dentro. Uma mulher com uma expressão preocupada veio correndo até nós assim que viu a minha mãe entrando pela porta de entrada. Ela cochichou alguma coisa no ouvido da minha mãe e bom, eu não estava prestado muita atenção para poder saber sobre o que era o assunto. Minha mãe concordava com a cabeça com tudo que a mulher dizia e logo se virou para mim quando a mulher se afastou as pressas -Querida, eu tenho que fazer uma operação e bom, você não pode ir junto- Concordei com a cabeça tentando não mostrar a felicidade que eu estava. Bingo! Era exatamente disso que eu precisava -Tudo bem, mãe. Eu espero aqui na recepção -Ela assentiu com a cabeça e logo saiu quase correndo para a mesma direção que aquela mesma mulher tinha ido. Fiquei andando pela recepção entediada. Fui até o balcão e pedi gentilmente, para a moça que continha um sorriso forçado, um copo de água. Ela balançou a cabeça levemente e saiu de trás do balcão desaparecendo de vista. Fui até uma cadeira onde me sentei e fiquei olhando para os meus pés. Estranhei ao ver uma sombra parada em frente a mim, quando olhei para frente, vi um garoto que deve ter em torno de dezesseis anos parado na minha frente. Eu ergui a sobrancelhas para ele, mas logo percebi que ele estava erguendo para mim um copo de água -Aqui esta o seu copo de água- Eu sorri para ele e agradeci baixinho, mas acho que ele não escutou, pois quando percebi, estava saindo do hospital. Bebi toda água e fiquei brincando de rasgar o copo quando a mesma mulher do sorriso forçado aparece na minha frente erguendo um copo de água -Pronto, aqui esta, querida- Disse ela em um tom meigo. Eu estranhei um pouco aquilo, quem era aquele homem? Eu, por educação, peguei o outro copo de água e também o bebi todo. Fiquei mais um tempinho de bobeira, mas parecia uma eternidade. Comecei a me sentir mal, cansada. Eu estava lutando para não fechar os olhos e não dormir, mas eu estava com tanto sono que acabei dormindo ali mesmo no bando do hospital.
Abri os olhos, eu estava enxergando meio borrado, conseguia ver o céu escuro com muitas estrelas que piscavam. Virei o rosto de lado, tinha várias árvores em movimento. Como assim? Árvores em movimento? Fiquei pensando um pouco de depois me dei conta de que eu estava em movimento. Mas como? Eu estava deitada. Tentei me mover, mas percebi que estava sendo carregada por alguém. Virei o rosto para o outro lado e vi um garoto, eu estava vendo muito embaçado para que eu pudesse ver quem era. Voltei a olhar o céu, eu continuava com muito sono, meus olhos estavam se fechando. Eu estava tentado me rebater para sair dali, mas estava muito fraca. Fechei meus olhos novamente. Quando os abri estava deitada no chão, em cima de folhas secas. Não me lembrava muito bem do que havia acontecido, me lembrava do hospital e de estar no colo de um homem. Ah meu Deus, para onde esse homem tinha me levado? Aonde eu estava? O que ele queria comigo? Tentava dizer para mim mesma para ter calma, mas não adiantava muito. Me levantei rapidamente, precisava sair dali. Eu estava perdida, não sabia para onde ir, mas ali eu não podia ficar. Sai correndo no meio da mata, mas logo parei, pois algo se materializou na minha frente. Um garoto de uns dezesseis anos estava parado na minha frente sorrindo maliciosamente, eu dei alguns passos para trás, lentamente. Ele estava dando passos para frente em minha direção. Eu estava assustada, então gritei para caso alguém me ouvisse -O que você quer?- Ele deu mais um passo para frente conforme eu havia dado para trás. Ele abriu a boca e mostrou suas presas saindo de seu dente. Ele só podia ser uma coisa, um vampiro. E isso só podia significar uma coisa, eu iria morrer.
O vampiro passou a mão pelo meu pescoço, o acariciando. Eu logo dei um tapa nele, eu iria morrer mesmo, não queria morrer com imagem de covarde. Ele apenas sorriu e disse em um tom sarcástico - Não é obvio?-Eu não respondi, o que fez com que ele continuasse falando - Eu ia te matar, mas se bem que você daria uma ótima vampira- Eu me arrepiei dos pés a cabeça, eu vampira? Isso era pior do que ser morta. Eu tenho ódio dos vampiros, nem sei como estou aguentando ficar no mesmo lugar que um dele. Imagine me transformar em uma. Eu neguei com a cabeça e disse com um certo nervosismo na minha voz- Prefiro morrer - Bati o pé no chão com força, isso um certo barulho das folhas secas se partindo. No que eu estava me metendo? Ele nem exitou e disse -Se prefere assim-Ele mordeu o meu pulso e ficou sugando o me sangue. Desmaiei na hora, mas fui acordada um pouco depois com ele colocando o pulso na minha boca. Aquele maldito vampiro estava me dando o sangue dele. Eu ainda estava um pouco fraca então continuei deitada, não queria levantar, mesmo já conseguindo. Ele me pegou no colo e me colocou deitada em uma espécie de caixão para dois. O que ele queria? Se enterrar junto comigo para toda eternidade? Quando eu percebi que ele realmente iria enterrar nos dois juntos, eu comecei a me rebater -Preferia quando você estava desmaiada- Não sei o que ele fez comigo, mas fez com que eu ficasse quieta. Eu acabei desmaiando por falta de ar, Quando acordei novamente, estava escuro e o vampiro estava parado fora do caixão me esperando. Ele apenas sorriu e disse -Agora você é uma vampira- Disse ele mostrando as presas. Levei minhas mãos a minha boca, minha gengiva estava doendo, eu estava mais pálida do que nunca e fria. Eu dei um salto e me levantei, estava assustada -O que você fez comigo?- Ele virou de um pouco de lado a cabeça e disse -Eu achei que tinha deixado isso bem claro.... aproposito, me chamo Matt- Lancei um olhar de censura para ele e disse - Louise- Ele riu baixo, eu não via graça nisso. Sabe Louise, vamos passar uma eternidade juntos, então que ficaríamos melhor se você não me odiasse- Depois disso ele me ensinou tudo o que eu precisava saber para me virar sozinha. Me ensinou a caçar, me explicou sobre todos os outros seres mágicos que existiam.


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MensagemAssunto: Re: [FP] Louise M. Salvatore   Dom Jul 29, 2012 8:27 pm

APROVADA!!!

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